Inserir: Inserir novas regras em modo avançado(Figura
);
Apagar: Apagar regras já inseridas pelo administrador de rede;
Ordenar: Interface de ordenamento de todas as regras presentes na firewall (Figura
). Esta opção é particularmente importante quando são criadas novas regras. Isto porque as primeiras regras que a firewall faz matching são as que vão ser utilizadas. Face a isto é importante as regras mais específicas estarem posicionadas no topo e as mais geralizadas em baixo.
Regra DNAT: Permite redireccionar o tráfego que chega a um determinado porto para um outro porto/máquina pertencente à rede interna;
Restrição de uma máquina IP: Permite negar o acesso a um porto de determinada máquina na rede.
Configuração geral: Aqui é possível adicionar uma nova regra totalmente personalizada. Os campos são os seguintes:
Regra:
INPUT: São os dados recebidos pela firewall e destinados à
interface que os recebe, independentemente da
origem destes;
OUTPUT: Dados enviados pela firewall;
FORWARD: Permite a passagem de tráfego de uma interface
para outra;
PREROUTING: Utilizado para alterar os pacotes IP que estão
a chegar à máquina, antes da decisão de routing;
POSTROUTING: Utilizado para alterar os pacotes IP que estão
a sair da máquina, após a decisão de routing;
Interface: Deve escolher a qual interface deseja aplicar a regra;
Protocolo: Protocolo(s) ao(s) qual(ais) deseja aplicar a regra;
Módulo: Mostra a listagem de módulos iptables disponíveis para utilização;
Ip Origem: Endereço ip de origem do pacote;
Porto Origem: Porto de origem do pacote;
Ip Destino: Endereço ip de destino do pacote;
Porto Destino: Porto de destino do pacote;
Identificador: Campo de 16 bits presente no pacote IP original sendo usado para identificação específica do tipo de pacote a filtrar. Exemplos: ! -syn, --state INVALID;
Política:
ACEITAR: Para aceitar um pacote e deixá-lo passar as regras da
firewall;
DESCARTAR: Não aceita o pacote, e este é eliminado;
MARK: Permite guardar uma marca no pacote. Estas marcas podem
depois ser utilizadas para tomadas de decisão ao nível
do encaminhamento dos pacotes;
LOG: Guarda um log de todos os pacotes que satisfaçam a regra.
REDIRECCIONAR: Utilizado para fazer o redireccionamento do
tráfego que chega a um porto para uma outro
porto;
DNAT: Permite redireccionar o tráfego que chega a um
determinado porto para uma outra máquina e porto
pertencente à rede interna
MASQUERADE: Permite modificar a origem do tráfego gerado num
determinado ip:porto para o IP do interface de saída
desejado
SNAT: Permite modificar a origem do tráfego gerado numa
determinado ip:porto para um outro ip:porto
TCPMSS: Permite mudar o campo MSS (segmento máximo dos
pacotes) do cabeçalho TCP. Apenas pode ser utilizado
para pacotes TCP SYN ou SYN/ACK uma vez que o MSS
apenas é negociado no início das conexções.
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